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É minha forma de “outrar” >> Além de fórmula poética, seria o outrar-se, uma ética?

In therefore i am, thinking: i purchase on September 21, 2009 at 7:29 pm

“… esse estar diante do outro ou na presença do outro implica necessariamente a questão ética;

interroga-se nesta comunicação se, além de fórmula poética, o outrar-se se propõe também [a] uma reflexão ética.”

RT: interessante resumo do artigo Além de fórmula poética, seria o outrar-se, uma ética? de José Ney Costa Gomes :: 1a pagina Google Search Engine, quaro item scoling down* ha cerca de 15 minutos. TAGs É minha forma de “outrar” [frase via Dashboard at 2nd Top Searchs]

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*Copy&Paste:

Outrar-se ou a Longa Invenção de Mim – WOOK
… Literatura > Outras Formas Literárias > Outrar-se ou a Longa Invenção de Mim …. Outras Formas Literárias · Uma Longa Viagem com António Lobo Antunes …
http://www.wook.pt/ficha/outrar-se-ou-a…/82423 – Em cache – Similares
#
tornar-se outro [Outrar-se vs. Antropofagia e Antropoemia …
com acréscimos de multiplicidades [formas de estar no mundo]. *no Outrar-se há sempre um deslumbramento com o novo — podendo este novo [o outro] ser ‘o …
surveillanceme.wordpress.com/…/tornar-se-outro-outrar-se-vs-antropofagia-e-antropoemia/ – Em cache – Similares
#
“outrar”, no verbo de Fernando Pessoa « spectacle+surveillance …
É minha forma de “outrar”, no verbo de Fernando Pessoa. Por isso, adoro esta passagem de Brecht: “eu pensava dentro de outras cabeças; …
surveillanceme.wordpress.com/…/“outrar”-no-verbo-de-fernando-pessoa/ – Em cache – Similares
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# [PDF]
1 Além de fórmula poética, seria o outrar-se, uma ética …
Formato do arquivo: PDF/Adobe Acrobat – Visualizar
analisam-se trechos vários em que o tema é posto de forma mais explícita. Introdução. Inicio minha comunicação fazendo uma pergunta complexa: a fórmula …
http://www.abralic.org.br/enc2007/anais/52/1521.pdf – Similares

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outrarse again [Aristóteles & Platão]

In academic bursary on July 22, 2009 at 3:00 am

16 de Junho de 2009
O Banquete, de Platão

O Banquete trata da amizade, do amor e é um dos diálogos de Platão da categoria política.

Mas como a discussão sobre a amizade pode inserir essa obra na problemática política?

Para Platão, a amizade é uma força educadora e nexo que mantém o Estado.

A amizade é “forma fundamental de toda comunidade humana que não seja puramente natural, mas sim uma comunidade espiritual e ética.”

Não é possível existir uma comunidade que não seja baseada na amizade,

pois essa tende para aquilo que é o bem e este une os homens.

O bem é aquilo que é supremo, está impresso na alma, é o primeiro amado,

aquilo que permite a admiração pelas demais coisas,

em outras palavras, antes de tudo vem o bem, para o qual o ser humano deve voltar-se,

aquilo que tudo une,

ente unificador.

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in

http://resumofacil.blogspot.com/

[acesso: 22 de julho de 2009]

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Terça-feira, 16 de Junho de 2009
Ética a Nicômaco

Três são as coisas que o homem ama, segundo Aristóteles, logo, três são as formas de amizade:

pelo útil, prazer e bem.

Os homens que amam em busca do útil,

buscam um bem imediato, riquezas ou honras.

Ama-se,

não em vista do fim em si mesmo,

mas como meio de adquirir vantagens.

A forma em função do prazer é semelhante à forma de se amar pelo útil.

Busca-se o prazer recíproco.

A amizade é estável enquanto persistir este elo prazeroso.

Estas duas espécies de amizade são acidentais.

Quando uma das partes cessa de ser agradável ou útil, a outra deixa de amá-la.

Na terceira forma, pelo bem, ama-se o outro por aquilo que ele é.

Ama-se pela bondade.

É a verdadeira forma de amizade e só é possível entre os amigos bons

com senso de justiça e equidade.

Esta forma de amizade não é muito freqüente.

Ela exige tempo, familiaridade, um habitus,

digna entre os amigos bons e virtuosos.

E a phrónesis auxilia na escolha de amigos recíprocos.

Para Aristóteles o amigo é um outro eu,

possibilidade de autoconhecimento.

Conhecemo-nos olhando para o outro.

Devido a nossa finitude, procuramos atingir à perfeição moral no espelhamento do outro.

É um momento essencial da vida feliz

e implica reconhecimento, bondade e reciprocidade,

atingindo a expansão social do eu.

Assim, a amizade também é um bem supremo,

um valor que nos conduz à eudaimonia

– vivência da plenitude humana, mediada com amigos bons e vida contemplativa –

No livro X da Ética a Nicômacos vemos o conceito de prazer e sua relação com as excelências do homem.

DESEJO em SPINOZA #01

In academic bursary on July 14, 2009 at 1:35 pm

Estou há semanas para digitalizar os grifos & notes da Etica de Baruch Spinoza [1632-1677]

pra quê?! >> ‘just’ google it, copy & paste << then quote

— TAGs: Spinoza | Afeto | Potência | Conatus —

resumao rapido:
[dei uma grifada aki nas questoes basicas de Spinoza]

  1. Para nos relacionarmos precisamos de encontros, e Spinoza diz que a ética consiste em nos esforçar na organização desses encontros para que eles sejam positivos.
  2. O índice em nós para sabermos se o encontro foi bom ou ruim é o que ele define como sendo afeto.
  3. Afeto é então definido como uma variação intensiva, uma quantidade intensiva,
  4. que está diretamente relacionada com o aumento ou diminuição das nossas potências.
  5. Spinoza nos fala de dois afetos, ou paixões primárias da alma, que são: a alegria e a tristeza.
  6. A alegria é o afeto que aumenta nossa potência de agir, seria uma variação intensiva positiva, para mais.
  7. Já a tristeza é o afeto que faz com que aconteça uma diminuição da nossa potência de agir.
  8. Podemos dizer então que a alegria está ligada à expansão, e a tristeza ao constrangimento. Os outros afetos variam desses dois.

—————

<< Os afetos primitivos (ou primários) são três: desejo (conatus), alegria (quando gera aumento do conatus) e tristeza (quando gera diminuição do conatus). >>
vou ter q reler a etica e as notes veias… nao lembrava de q ‘desejo’ era um dos primitivos afetos em spinoza…
desejo=conatus

  1. Conatus (Latin for effort; endeavor; impulse, inclination, tendency; undertaking; striving) is a term used in early philosophies of psychology and metaphysics to refer to an innate inclination of a thing to continue to exist and enhance itself.
  2. o conceito de conatus=a força genética do comportamento. É um impulso original ou “começo interno” do movimento animal para se aproximar do que lhe causa satisfação ou para fugir do que lhe desagrada. Esse conatus impulsiona o homem a vencer sempre. A vida começa com o conatus positivo, o desejo. Em termos de vida social, ultrapassar o outro é fonte primordial de satisfação, por isso estar continuamente ultrapassado é miséria enquanto ultrapassar continuamente quem está adiante é felicidade. É da sua natureza o egoísmo, constituído por “um perpétuo e irrequieto desejo de poder e mais poder que só termina com a morte” .
  3. Espinosa faz uma distinção perspicaz entre apetites e desejos. Os apetites são pulsões originalmente corporais, como a fome, a sede e as relacionadas à sexualidade. Os desejos correspondem à consciência dos apetites — são os apetites percebidos no plano consciente. A difererença que Espinosa estabelece entre apetites e desejos é semelhante à que o neurocientista António Damásio faz, respectivamente, entre emoções e sentimentos.21 Para Espinosa, o desejo é a essência do ser humano. Não desejamos as coisas porque as consideramos boas: ao contrário, nós as consideramos boas porque as desejamos.22 A idéia espinosana de desejo mais tarde encontraria ressonância no que Schopenhauer, no século 19, chamaria de vontade de viver, e Nietzsche, no mesmo século, denominaria de vontade de poder.

links quick-research:

Bing is an acronym for “But It’s Not Google”

In academic bursary on July 14, 2009 at 1:56 am

about 02 hours Hanging Out, Messing Around, Geeking Out at web [Twitter & Google]

perfis e utilizações da rede: “uso ensaístico” vs “comprometido” [de exposição, ficar à toa ou geeking out @Afetos, Links e a Disseminação do Conhecimento nas Redes Sociais#googledocs — see also: Hanging Out, Messing Around, Geeking Out: Living and Learning with New Media]

That’s quite a statement, of course — almost heresy. But check it out yourself. It’s easy to compare the two, thanks to sites like bing-vs-google.com. Here, you’re shown search results from both Bing and Google, side by side, on a split screen. @nytimes #freud


Google Wave #02

In academic bursary on July 12, 2009 at 11:58 pm

I WANNA BE A GOOGLE-GIRL*!!!!

Google Wave is a new tool for communication and collaboration on the web

*”I wanna be a Google-Girl >> about to be released soon [the next posts]…

😉

Google Wave #01

In academic bursary, the 'old' ones :: master pieces, therefore i am, thinking: i purchase on July 12, 2009 at 11:49 am

de cerca de 40 endereços de emails linkados à mensagem [fwd blw],

quase 90% eram da google-gmail [os demais eram hotmail-microsoft ou yahoo-yahoo!]

———- Forwarded message ———-
Date: 2009/5/14
Subject: Re: Combinados
dormir? veia de google :: google na veia
…………………………

Back to The Jungle

In academic bursary on July 12, 2009 at 10:09 am

A diferença de se utilizar este WordPress e um outro como o Blogger [da Google :: blogspot]

A diferença de se utilizar um serviço de interface gratuita e um pago. Por que [não] comprar? Na interface cada dia mais a questão é “livre” [advindo de liberdade em português, mas um jogo de palavras, conceitos e sentidos em seu original “servidor”: FREE], mas na estrutura — por adentro do “aparelho” #Flusser — há um enorme fluxo financeiro [e sócio-político] em jogo.

A diferença de usabilidades: desde ‘facilidades’ de utilizações [ferramentas e design] até as de linkagem [rede], comments [login] etc

Na interface há arte [cultura e civilização | zeitgeist]:

  • Beleza: “Essa coisa inútil que esperamos ser valorizada” [belo=bom],
  • Limpeza: “a sujeira de qualquer espécie parece-nos incompatível”,
  • Ordem: “é uma espécie de compulsão à repetição que, quando um regulamento foi definitivamente estabelecido, decide onde e como uma coisa deve ser feita, de modo que em toda circunstância semelhante não haja hesitação ou indecisão”

Na estrutura — source — há organização de dados [programação #Flusser]:

  • arquivamento
  • controle
  • tracking
  • tagging
  • sharing
  • following
  • REDE [links]

Como deve ser desenvolvida esta pesquisa [minha reflexão sobre o assunto, meu aprofundamento em qual questão, testes ou ficção?], qual o meu papel neste jogo de inovações, apropriações, compartilhamentos, metodologias, desenvolvimento do ser humano? … Afinal, “O discurso não é simplesmente aquilo que traduz as lutas ou os sistemas de dominação, mas aquilo porque, pelo que se luta, o poder do qual nos queremos apoderar” A Ordem do Discurso, p.10 … Do que EU quero me apoderar? [quero me apoderar de algo!?…] , Do que NÓS queremos nos apoderar?!…. , Do que queremos nos apoderar [hoje]?…

PODER, PODER, PODER….. E onde entra o DESEJO!?…. #Foucault Afinal,

…o que está em jogo,

senão o desejo e o poder?


… discurso que põe em jogo o poder e o desejo.
*

porque Foucault também admite [palavra difícil esta de escrever, não?!!…]…………

*há uma semana estou refichando este pequeno livrinho da aula-Citelli. À época, havia um filtro**. Há uma semana, enquanto digitalizava os grifamentos e anotações daquele setembro, resolvi me envolver/ aprofundar na questão do DESEJO.

Qual a relação do desejo com fetiche [feitiço] e enchante [encantamento] nos afetos e potências de Spinoza? … Se “outrar-se” compreende estas infinitas penetrações das diferentes multiplicidades a partir do jogo dos afetos e suas diferentes potencialidades nos feitiços dos encontros… O que seria [é] o DESEJO? …

estudos de psicanálise [básica]:

Nós, início do século XXI, continuamos marcados por Descartes. A filosofia cartesiana determina ainda, em grande parte, a forma lógica do nosso pensamento. Descartes pensava o mundo a partir de uma oposição entre o corpo e a alma, ou, dizendo de outra forma, entre o caos (corpo) e a razão (alma). Sob essa ótica, a primeira coisa que nos vem à mente ao estudarmos os afetos, seria concebê-los no registro do corpo, como aquilo que se oporia ao campo da representação, entendendo esta última como se identificando com a razão (ou alma). Ou seja, os afetos seriam o que nós temos de louco, irracional, incontrolável, sendo o objetivo da sociedade, ou da civilização, colocá-los sob a égide da razão, do bom senso. É essa inclusive a visão que, de uma forma caricatural, a cultura às vezes concebe a psicanálise. A nossa civilização, pelo menos grande parte dela, entende a psicanálise como sendo aquilo que teria desvendado as profundezas insanas da nossa razão, possibilitando com que essa insanidade pudesse vir a ser apreendida pela razão. Isto é, a psicanálise funcionaria segundo esse registro dual cartesiano, e o objetivo dela seria a supremacia da razão sobre a loucura e o caos interior. [op. cit.]

“Os seres humanos são obrigados a respeitar e apreciar a harmonia, a limpeza e a ordem. Sua liberdade de agir sobre seus próprios impulsos deve ser preparada. A coerção é dolorosa: …” #Bauman

O Ovo da Serpente 2.0: ANTROPOFOBIA?

In academic bursary, the 'old' ones :: master pieces on July 10, 2009 at 5:06 am

“Look at the screen and you’ll see some interesting pictures. They were taken during our experiment on here at St. Anna Clinic. This is the resistence experiment:

… Our technic is not be quite perfected. You would like to see more, wouldn’t you? … This is one of our most recently interesting experiments:

… I’m not a monster, Abel.

What you have seen are the first fortunes steps of a necessarily and logical development.

… The law will confiscate our results and then they will filed them.

In a few years science will ask for the documents and they will continue our experiments on a gigantic scale.

We are a head of an army [vanguard], baby. … It’s on the logical.

… Look at that picture! [07’07” @ video fwd below]

Look at all of those people…

They are incapable of a revolution.

They are fare [or fatigued] to be humiliated, to afraid, to downtrodden.

But… in ten years… but then, the ten years old will be twenty; the 15 years old will be 25.

To the hatred which they’d inherited from their parents, they will ad their own idealism and impatience.

Someone will step forward and put the unspoken feelings into words.

Someone will promise a future.

Someone will make their demands.

Someone will talk of greatness and sacrifice.

The young and the unexperienced will regard their courage and their faith to the tired and the uncertain ones.

And then there will be a revolution

… In ten years, no more…

Those people will create a new society,

an unequally in our World History.

… Despite of the fact that anyone who makes the lowest effort can see what is waiting in the future.

It’s like the serpent’s egg: through the thin membrane you can clearly discern…”

[free transcription from the movie. tags: screenplay script Serpent’s Egg Bergman]

related to:

redes | pactos:

Uma anestesia que tende a se confundir com o próprio espaço de convivência pública a reboque do crescimento das redes sociais, como o MySpace e Facebook. Nessas redes, prevalece um regime de alianças entre amigos tão sólido, que suprime a possibilidade de conflito. Espaços de relacionamento protegidos, espécie de jardins murados de redes dentro das redes, levam-nos a perguntar: “Mas quem são seus inimigos? O que significam os amigos para a constituição do colaborativo? O que acontece à lógica criativa da tensão, que lhe é constitutiva, quando tudo o que se tem é uma afirmação sem fim?” (Rossiter, 2007).

TAGs:

… recursos de personalização do conteúdo que a web 2.0 oferece por meio do bem sucedido sistema de tags.

É bom lembrar aqui que esse “2.0” não remete à emergência de um novo protocolo de internet, mas a novos padrões de organização dos dados e de arquitetura de linkagem, que modifica a internet por viabilizar outros usos. Ao invés de ser apenas um gigantesco arquivo de páginas, ou seja de conteúdo disponível para consumo, ela passa a funcionar como plataforma para desenvolvimento de aplicativos e conteúdos.

… é inegável que a arquitetura de linkagem da web 2.0 pode indicar que a internet, enfim, sofrerá a passagem da cultura da página à cultura dos dados, ou de um ambiente baseado na taxonomia para um baseado em “companheironomias”.

Tudo gira em torno de tags cadastradas … que são apresentadas em ordem alfabética ou hierárquica. Palavras escritas com letras menores indicam pouco acesso, as maiores são as mais populares. São as “nuvens de informação” (“clouds”), outro termo que é uma das marcas registradas da web 2.0.

Prevalece aqui o conceito de inteligência distribuída que revigora o poder das “nanoaudiências”, mas também do funil de informações que associa maior quantidade com melhor qualidade (identidade não necessariamente verdadeira…).

academic researches:

“As formas de comunicação mediadas por computador estão se desenvolvendo em direção à personalização, com mais controle das pessoas sobre as fontes das quais querem receber mensagens, quando e sobre o quê. Essa forma de comunicação e as interações que dela decorrem são mais adequadas às preferências e necessidades pessoais, promovendo um modo mais individualizado de interagir e uma forma de mobilização como redes fluidas de engajamento parcial. Isso pode facilmente fragmentar organizações políticas, mas pode também facilitar a construção de coalizões entre organizações políticas” (Wellman, Quan-Haase, Boase & Chen, 2003)

Giselle Beiguelman [publicado online em 22 de maio de 2008 | último acesso em 10 de julho de 2009]

Édipo não se cegou por culpa, mas por excesso de informação.

In academic bursary on July 10, 2009 at 2:50 am

Devo escrever sobre redes de relacionamentos sociais. O papel destas redes no desenvolvimento do ser humano. E o papel do ser humano no crescimento destas redes. Não há mais causa e efeito: há uma constante derivação de tudo ao mesmo tempo.

Devo admitir que há pouco mais de um ano tive que escrever sobre estas mesmas redes socais na web [era consultoria para uma instituição de “arte e tecnologia”] … meu trabalho era pesquisar ferramentas gratuitas de relacionamentos sociais e fornecer-lhes questões de usabilidade e possibilidade das mesmas [trends]. Há época o twitter era uma “novidade”: a invasão dos microblogs iniciava-se.

Se pensarmos nas redes de maior fama [com maior número de usuários em evolução de um crescente exponencial], como Facebook, Orkut e Twitter, podemos – talvez – visualizarmos como se dão também estes pactos [e acordos] entre empresas e governos – formais e informais – enfim, a economia [de valores] nesta rede formada de matilhas, como um todo.

Mas este texto visa compreender – ou ao menos aludir a– ‘tão somente’ a fina membrana. A fina membrana é aquela interface onde outramo-nos. Nossas relações com os outros independentemente de qualquer preocupação com a estrutura serpenteal da ‘caixa pr-@-ta'[1]. Dito isto, posso iniciar então minha alienação completa, na tentativa de compreender as gerações já nascidas no que a minha geração [e as mais velhas] comumente chamamos de web 2.0

[início da 4a versão de Outrar-se: a Rede Digital como o Feitiço dos Encontros ou o fetiche pela web 2.0/ plataformas de relacionamento social online & chats-locus | último acesso: 08 de julho de 2009, 17h46]

1. Não pretendo aqui falar novamente de Flusser e de como este vê o jogo: hierarquia da caixa preta. Esta questão será retomada em meus velhos textos para, então, em novos contextos. …pois a pele é o que muda, porquanto a estrutura amadurece: “Look at the screen and you’ll see some interesting pictures. They were taken during our experiment on here at St. Anna Clinic. This is the resistence experiment: …”

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papo em rede de hj:

“O encontro.

Pra mim este é o grande e delicioso feitiço,

até que a especulação sobre os objetos

, que compõem este encontro,

se tornem maiores do que o encontro em  si.”

[andressa]

e dona raquel, uma estudiosa de linguistica, disse – told me – ha cerca de três semanas:

as palavras “objeto” e “desejo” sao uma mesma e só na língua Hebraica…

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Protected: Outrar-se again

In life2009 on July 10, 2009 at 12:46 am

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