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Posts Tagged ‘esquizofrenia’

ETICA NA REDE

In academic bursary on July 14, 2009 at 6:05 pm

a etica na rede eh uma “etica positiva”?

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axioma/ ver.#1 “Para nos relacionarmos precisamos de encontros, a ética consiste em nos esforçar na organização desses encontros para que eles sejam positivos

————————————————————————————-#Spinoza [linka onde? em quais protocolos? Google, Yahoo! Amazon Answers Creative Commos delicious eBay Wikipedia … Get more search engines]

dificil criar pseudônimos-reais em uma sociedade virtual… […]

positivo em uma “lógica ‘capitalista'”? #cookies

positivo = paz de espírito? :: paz de espírito = no nóias/ no split minds!]

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What are you doing [here]?

In therefore i am, thinking: i purchase on July 10, 2009 at 6:23 am

Picture 2

Are We Twittered Out Yet?

O Ovo da Serpente 2.0: ANTROPOFOBIA?

In academic bursary, the 'old' ones :: master pieces on July 10, 2009 at 5:06 am

“Look at the screen and you’ll see some interesting pictures. They were taken during our experiment on here at St. Anna Clinic. This is the resistence experiment:

… Our technic is not be quite perfected. You would like to see more, wouldn’t you? … This is one of our most recently interesting experiments:

… I’m not a monster, Abel.

What you have seen are the first fortunes steps of a necessarily and logical development.

… The law will confiscate our results and then they will filed them.

In a few years science will ask for the documents and they will continue our experiments on a gigantic scale.

We are a head of an army [vanguard], baby. … It’s on the logical.

… Look at that picture! [07’07” @ video fwd below]

Look at all of those people…

They are incapable of a revolution.

They are fare [or fatigued] to be humiliated, to afraid, to downtrodden.

But… in ten years… but then, the ten years old will be twenty; the 15 years old will be 25.

To the hatred which they’d inherited from their parents, they will ad their own idealism and impatience.

Someone will step forward and put the unspoken feelings into words.

Someone will promise a future.

Someone will make their demands.

Someone will talk of greatness and sacrifice.

The young and the unexperienced will regard their courage and their faith to the tired and the uncertain ones.

And then there will be a revolution

… In ten years, no more…

Those people will create a new society,

an unequally in our World History.

… Despite of the fact that anyone who makes the lowest effort can see what is waiting in the future.

It’s like the serpent’s egg: through the thin membrane you can clearly discern…”

[free transcription from the movie. tags: screenplay script Serpent’s Egg Bergman]

related to:

redes | pactos:

Uma anestesia que tende a se confundir com o próprio espaço de convivência pública a reboque do crescimento das redes sociais, como o MySpace e Facebook. Nessas redes, prevalece um regime de alianças entre amigos tão sólido, que suprime a possibilidade de conflito. Espaços de relacionamento protegidos, espécie de jardins murados de redes dentro das redes, levam-nos a perguntar: “Mas quem são seus inimigos? O que significam os amigos para a constituição do colaborativo? O que acontece à lógica criativa da tensão, que lhe é constitutiva, quando tudo o que se tem é uma afirmação sem fim?” (Rossiter, 2007).

TAGs:

… recursos de personalização do conteúdo que a web 2.0 oferece por meio do bem sucedido sistema de tags.

É bom lembrar aqui que esse “2.0” não remete à emergência de um novo protocolo de internet, mas a novos padrões de organização dos dados e de arquitetura de linkagem, que modifica a internet por viabilizar outros usos. Ao invés de ser apenas um gigantesco arquivo de páginas, ou seja de conteúdo disponível para consumo, ela passa a funcionar como plataforma para desenvolvimento de aplicativos e conteúdos.

… é inegável que a arquitetura de linkagem da web 2.0 pode indicar que a internet, enfim, sofrerá a passagem da cultura da página à cultura dos dados, ou de um ambiente baseado na taxonomia para um baseado em “companheironomias”.

Tudo gira em torno de tags cadastradas … que são apresentadas em ordem alfabética ou hierárquica. Palavras escritas com letras menores indicam pouco acesso, as maiores são as mais populares. São as “nuvens de informação” (“clouds”), outro termo que é uma das marcas registradas da web 2.0.

Prevalece aqui o conceito de inteligência distribuída que revigora o poder das “nanoaudiências”, mas também do funil de informações que associa maior quantidade com melhor qualidade (identidade não necessariamente verdadeira…).

academic researches:

“As formas de comunicação mediadas por computador estão se desenvolvendo em direção à personalização, com mais controle das pessoas sobre as fontes das quais querem receber mensagens, quando e sobre o quê. Essa forma de comunicação e as interações que dela decorrem são mais adequadas às preferências e necessidades pessoais, promovendo um modo mais individualizado de interagir e uma forma de mobilização como redes fluidas de engajamento parcial. Isso pode facilmente fragmentar organizações políticas, mas pode também facilitar a construção de coalizões entre organizações políticas” (Wellman, Quan-Haase, Boase & Chen, 2003)

Giselle Beiguelman [publicado online em 22 de maio de 2008 | último acesso em 10 de julho de 2009]

Protected: Outrar-se again

In life2009 on July 10, 2009 at 12:46 am

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Tomei a paciência de copiar estas frases da carta de V. pra que vc as guarde consigo

In 16's, personal ... trainee on May 19, 2009 at 2:02 pm

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I must say “thank you” again [& always?], because you’ve been listened in all my last emails, those letters unanswering, then you’ve been listened it quietly, without contributing to the conversation

you used to say to me that you couldn’t let me run away [escape] from you……………

then i discovered that i can’t get free by/ from you i.e. i think i’ll never stay away from you again & again!……………

………………………………………

ainda na mesma carta, ele fala da situação do país à época e então retorna às questões pessoais de seu jovem interlocutor:

“…eu vejo o reflexo disto tudo na sua carta [em vc]. Mas como vc eh moço e ainda nao estah ‘acomodado’ na vida, V. se exaspera e se desespera. E sofre muito [grifo do proprio autor]. … você e varios outros moços d’ai, vcs olham isso e enxergam; e por isso sofrem muito, naquele estado dinamico do sofrimento que exige perpetrar um gesto. Você exige de si mesmo o gesto, mas ao mesmo tempo a qualidade da sua inteligência enche V. de perguntas e nao sabe o gesto, o ato que pode fazer. Você se lembra em ‘Fantasia’, de Walt Disney, aquela passagem da Fuga de Bach, em que se veh um tunel confuso e aquele como que caixão de defunto se bota andando e se anula tunel adentro? A inteligencia de vcs [jovens brasileiros] estah mto assim. Nao eh consciencia: eh excesso de consciencia. Alem da duvida, sempre nobre, sobre o valor pessoal, mas que quando desprovida de ingenuidade nos imobiliza em caixao de defunto, vcs exigem saber o que vao encontrar no fundo obscuro do tunel. E vcs nao tem certeza que seja uma qualquer especie de dia. Assim, nem mesmo o caixao se bota andando. … eh a estagnacao. De mtos moços [ – assim, parecidos com vc – ] tenho ouvido ultimamente os julgamentos, as analises mais implacavelmente clarividentes sobre o confusionismo do momento que passa e as incertezas pessimistas sobre o futuro proximo. O que me assombra e me entristece mto, eh que toda essa clarividencia sadica eh um pretexto para não fazer.

E é preciso antes de mais nada, fazer. … Eu creio que vc vive justamente num elemento estagnado em que o seu dever eh fazer. Vc estah arrepiado de perguntas inuteis. ‘Coragem eu tenho, se for necessario. Mas eh necessario?’; ‘Cheguei a um ponto em que sinto que eh preciso tomar alguma decisao….’; ‘Porque isto de sacrificar amor, felicidade, tudo enfim, eu topo mesmo, estou disposto. Mas sacrificar os outros?’; ‘Nada pior para um individuo do que o dia em que percebe que nao ha compreensao possivel, isso eh quimera,e que ele serah sempre como uma regiao amaldizoada onde ninguem consegue penetrar. E minha obra serah sacrificada com isso?’. Tomei a paciencia de copiar estas frases da carta de V. pra que vc as guarde consigo. Foram escritas aos 19 anos … !!! [Há exatamente um século, outros jovens autores consagrados de suas épocas] escreviam essas mesmas frases. E vc sabe como elas saíram vividas, verdadeiras de dentro de vc. É você. Mas eu sei como elas saíram igualmente vividas e sofridas [daqueles outros jovens] maiores e menores de todos os tempos.

“Mas vc me interromperá com todíssima razão: ‘Mas eu nao tenho nada [a ver com eles] … ! É o meu sofrimento, é o meu caso que eu tenho que resolver’. E vc tem razao. O que eu quis foi apenas dar mais humanidade ao seu egoísmo. Digo mesmo: dar mais egoísmo, dar mais profundidade ao seu sofrimento e ao seu egoismo. Pq vc ainda nao eh o ‘egoista’ no sentido em que Milton, Goethe, Dante, Camões o foram, no sentido em que o artista, o homem tem de ser egoista. Pra se realizar. Vc pensa ‘nos outros’, hesita em ‘sacrificar os outros’, e esta aparencia de humanidade eh que me parece desumana. Mesquinhamente humana. Apoucadamente humana, como se a sua humanidade de vc se resumisse aas quatro ou cinco pessoas que vc toca com a mao!

“… Tudo não estarah indo certo? E neste caso o seu sofrimento e as suas duvidas nao derivam nem das circunstancias da sua vida, nem da sua mocidade avida de sofrer, mas das proprias realidades tao confusas da vida atual do homem. Nao serah talvez preferivel e mais profundamente egoista vc nao sacrificar nada, nem facilidades, nem amor, nem gozo, nem inimigos, nem incompreensoes, mas viver tudo isso junto, em tudo procurando apurar o que eh você e buscando se superar em vc? Praque imaginar se do outro lado do tunel faz dia ou faz noite? Soh tem um jeito de saber: eh ir ateh lah. O perigo nao eh encontrar noite lah, mas encontrar a noite e imaginar que eh o dia. Talvez o melhor segredo da dignidade de ser homem eh ter a forza de dizer: ‘perdi’. Porque, [meu caro], nos perdemos. Nos perdemos sempre… O individuo humano serah sempre essa ‘regiao amaldizoada’ em que nao eh exatamente que ninguem consiga penetrar, mas em que toda exploracao eh imperfeita, incompleta. E por isso deformadora. …

“… Mas eu careço de me desfatigar aas vezes, nestes virtuosismos gratuitos das coisas mais serias que me abalam muito….”

The Found of Thrue Communication…

In the 'old' ones :: master pieces, therefore i am, thinking: i purchase on May 8, 2009 at 4:31 pm

OUTRARSE :: AMAR ALGUÉM

In personal ... trainee, therefore i am, thinking: i purchase on May 7, 2009 at 3:51 pm

“O que quer dizer amar alguem?

Eh sempre apreende-la numa massa,

extrai-la de um grupo, mesmo restrito, do qual ela participa …;

e depois buscar suas proprias matilhas,

as multiplicidades que ela encerra

e que sao talvez uma natureza completamente diversa [da sua, da minha].

Liga-las aas minhas,

faze-las penetrar nas minhas

e eu penetrar nas dela.

… Nao existe amor que nao seja

um exercicio de despersonalizacao sobre um corpo sem orgaos a ser formado;

e eh no ponto mais elevado desta despersonalizacao

que alguem pode ser nomeado[a]

… adquire a discernibilidade mais intensa

na apreensao instantanea dos multiplos que lhe pertencem

e aos quais ela pertence.”

Deleuze & Guatari

[1980: Capitalismo e Esquizofrenia]