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O Ovo da Serpente 2.0: ANTROPOFOBIA?

In academic bursary, the 'old' ones :: master pieces on July 10, 2009 at 5:06 am

“Look at the screen and you’ll see some interesting pictures. They were taken during our experiment on here at St. Anna Clinic. This is the resistence experiment:

… Our technic is not be quite perfected. You would like to see more, wouldn’t you? … This is one of our most recently interesting experiments:

… I’m not a monster, Abel.

What you have seen are the first fortunes steps of a necessarily and logical development.

… The law will confiscate our results and then they will filed them.

In a few years science will ask for the documents and they will continue our experiments on a gigantic scale.

We are a head of an army [vanguard], baby. … It’s on the logical.

… Look at that picture! [07’07” @ video fwd below]

Look at all of those people…

They are incapable of a revolution.

They are fare [or fatigued] to be humiliated, to afraid, to downtrodden.

But… in ten years… but then, the ten years old will be twenty; the 15 years old will be 25.

To the hatred which they’d inherited from their parents, they will ad their own idealism and impatience.

Someone will step forward and put the unspoken feelings into words.

Someone will promise a future.

Someone will make their demands.

Someone will talk of greatness and sacrifice.

The young and the unexperienced will regard their courage and their faith to the tired and the uncertain ones.

And then there will be a revolution

… In ten years, no more…

Those people will create a new society,

an unequally in our World History.

… Despite of the fact that anyone who makes the lowest effort can see what is waiting in the future.

It’s like the serpent’s egg: through the thin membrane you can clearly discern…”

[free transcription from the movie. tags: screenplay script Serpent’s Egg Bergman]

related to:

redes | pactos:

Uma anestesia que tende a se confundir com o próprio espaço de convivência pública a reboque do crescimento das redes sociais, como o MySpace e Facebook. Nessas redes, prevalece um regime de alianças entre amigos tão sólido, que suprime a possibilidade de conflito. Espaços de relacionamento protegidos, espécie de jardins murados de redes dentro das redes, levam-nos a perguntar: “Mas quem são seus inimigos? O que significam os amigos para a constituição do colaborativo? O que acontece à lógica criativa da tensão, que lhe é constitutiva, quando tudo o que se tem é uma afirmação sem fim?” (Rossiter, 2007).

TAGs:

… recursos de personalização do conteúdo que a web 2.0 oferece por meio do bem sucedido sistema de tags.

É bom lembrar aqui que esse “2.0” não remete à emergência de um novo protocolo de internet, mas a novos padrões de organização dos dados e de arquitetura de linkagem, que modifica a internet por viabilizar outros usos. Ao invés de ser apenas um gigantesco arquivo de páginas, ou seja de conteúdo disponível para consumo, ela passa a funcionar como plataforma para desenvolvimento de aplicativos e conteúdos.

… é inegável que a arquitetura de linkagem da web 2.0 pode indicar que a internet, enfim, sofrerá a passagem da cultura da página à cultura dos dados, ou de um ambiente baseado na taxonomia para um baseado em “companheironomias”.

Tudo gira em torno de tags cadastradas … que são apresentadas em ordem alfabética ou hierárquica. Palavras escritas com letras menores indicam pouco acesso, as maiores são as mais populares. São as “nuvens de informação” (“clouds”), outro termo que é uma das marcas registradas da web 2.0.

Prevalece aqui o conceito de inteligência distribuída que revigora o poder das “nanoaudiências”, mas também do funil de informações que associa maior quantidade com melhor qualidade (identidade não necessariamente verdadeira…).

academic researches:

“As formas de comunicação mediadas por computador estão se desenvolvendo em direção à personalização, com mais controle das pessoas sobre as fontes das quais querem receber mensagens, quando e sobre o quê. Essa forma de comunicação e as interações que dela decorrem são mais adequadas às preferências e necessidades pessoais, promovendo um modo mais individualizado de interagir e uma forma de mobilização como redes fluidas de engajamento parcial. Isso pode facilmente fragmentar organizações políticas, mas pode também facilitar a construção de coalizões entre organizações políticas” (Wellman, Quan-Haase, Boase & Chen, 2003)

Giselle Beiguelman [publicado online em 22 de maio de 2008 | último acesso em 10 de julho de 2009]

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