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notes about D.K. – “The Skin of Culture” – is it a bullshit?!

In academic bursary on April 14, 2009 at 7:41 pm

Cap.#01 <> TECNOPSICOLOGIA*

“A nossa realidade psicológica não é uma coisa ‘natural’. Depende parcialmente da forma como o nosso ambiente, incluindo as próprias extensões tecnológicas, nos afeta.”

Trends at Technology:  ou eh caro ou o publico que eh ignorante >> “…a melhor e mais útil tecnologia do mundo não pode impor-se a um público não preparado. Porque não pode haver espaço para ela na nossa psicologia coletiva

McLuhan chamou de “A NARCOSE DE NARCISO” [o que outros observadores culturais chamariam de “forças de marketing”

“Os nossos sistemas políticos e de educação estão a arrastar-se muito atrás da nossa tecnologia e do nosso marketing…”

A psicologia possui funções reguladoras [do homem civilizado e sua atuação ‘correta’ junto à sociedade], onde “o papel da psicologia pode ser o de interpretar e integrar os efeitos da tecnologia nos sujeitos.” [p.33]

*este livro foi lido e fichado via páginas em xerox.desta maneira ao ler [p.33], por exemplo, identificar páginas duplas [maneiras de visualização e leitura deste material ‘original’].

O termo psicotecnologia foi baseado, segundo o autor, no modelo de biotecnologia “para definir qq tecnologia que emula, estende ou amplifica o poder das nossas mentes. …[dispositivos] que juntos estabelecem um domínio de processamento de informação. É o domínio das psicotecnologias. Vista deste prisma, a televisão torna-se a nossa imaginação coletiva projetada fora do nosso corpo … A TV é literalmente, como Bill Moyers lhe chamou, ‘uma mente pública’ [Television the Public Mind, 1989]

A TELEVISÃO COMO ESPAÇO PÚBLICO DE MENTES COLETIVAS [ver tbem Ivana Bentes]

“As tecnologias do vídeo dizem respeito não só ao nosso cérebro, mas a todo o sistema nervoso e aos sentidos … a nossa relação com os écrans. …Com efeito, a característica essencial, a interação, a capacidade que garante a nossa autonomia individual dentro da poderosa tendência da coletivização psicotecnológica, é fornecida pelos computadores e ainda mais eficazmente pelas redes de computadores.” [p.35]

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  1. relação com Ivana Bentes: “É sintomático que os movimentos de boicote a TV, raros, que vem surgindo, no estilo ‘Não ligue a Tv no dia X’, ainda tenha como modelo a velha greve, a novidade é que passam pela internet e estão ligados a vocação hiperativista dos internautas que formam redes e comunidades de pressão e ação em oposição a décadas de “silêncio”dos telespectadores. ‘Redes da multidão'(Antonio Negri) em que o telespectador reconhecesse a televisão como um bem público e fizesse uso desse bem.” in BENTES, Ivana. Guerrilha de Sofá ou A Imagem é o Novo Capital. Disponível em:http://www.bocc.ubi.pt/pag/bentes-ivana-televisao-guerrilha.html. RE-Acessado em 28 de abril de 2009.

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