Abril deste ano foi um mês-espiral pra mim.
Enquanto alguns rapazes [ao redor dos 20 anos de idade] pichavam — livres e radicais — os muros da cidade com uma frase que, aos aficcionados por cinema, parecia oriunda do cinema marginal da década de 70, a cidade sintonizava-se, pelo menos a quem a recebia e percebia: falávamos todos de amor, de amar. Com um fascínio louco por sair gritando isto por aí, que obrigassem a tds a escutá-los, a nos escutar!!!
A verdade é que eu não sei se eu vi ou se me falaram. Ou se primeiro eu vi e dps me falaram ou vice-versa… mas, virou uma certa memória comum tbm aqui no espaçø públicø de mentes coletivas:
O amor é importante, porra! [28deMarçode2009]
——– ——— ——– poesia em rede:
[25 min. a pé de casa, num caminhar tranquilo]
… esta cidade eh d poucos caminhares assim: tranquilos, qto mais curtos…
ou seria
… esta cidade eh d poucos caminhares assim: tranquilos… qto mais, curtos…
?
[e lá, a terra dos antropoemicos e antropofagicos cidadaos civilizados!]
[...] chegou a mim tal email exatamente um dia após a publicação deste post: Liberdade é fazer o que se quer e querer o que se fez Possibly related posts: (automatically generated)ALIENAÇÃO #01“outrar”, no verbo de [...]