surveillanceme

gerrilleros informáticos, ¿q sé yo?

In the 'old' ones :: master pieces on December 17, 2009 at 11:29 am

“…La creciente clase virtual pretende obtener control a través de aparatos mediáticos que reducen la experiencia social a efectos protostéticos donde el cuerpo es un archivo pasivo, entretenido por la seducción que ofrecen las puertas a la virtualidad. La inteligencia humana es reducida a lidiar con la información que circula en las redes y por ende, como implica el control de la data sobre el cuerpo pasivo, la subjetividad queda aniquilida para así obtener ‘la fantasía totalitaria de poder telemático’ que, como sugirió Walter Benjamin, puede convertirse en un fetichismo tecnológico convertido ahora en tecnofacismo.”

“quién nos impide descentralizarnos de la tecnoutopía en relación al desbalance económico y los aparatos de control implementados por la tecnología de la información?”

“pero recuerden, guerrilleros informáticos, lo que se escribe hoy en el papel, en las redes electrónicas, en tu diario personal puede ser usado en tu contra por el aparato de vigilancia inherente en el nacimiento de las redes digitales que proclaman una falsa democratización de las comunicaciones” (google eat/it)

Por que é que tem que ser assim?

In 16's, friends&artists, personal ... trainee on November 27, 2009 at 12:22 am

Grudei na TV

Dps de ter grudado na internet.

cansaço. de td.

esta musica me lembra 2007. dez/2007 [reveillon]. nao… talvez um pouco antes?… era verao de 2008 que eu escutava esta canção!? uma nova vida se iniciaria. eu nao tinha como fugir do que estava acontecendo. nakele verao eu estava feliz: era um sonho que se tornava real e que parecia que tudo se transformaria [para melhor] em minha vida. mas em março nenhum remédio mais fazia efeito!… meu corpo sangrava, eu ainda tentava resistir: “the show must go on”… em agosto ainda fui forte. “forte”: meu corpo pouco aguentava. iniciava-se mais uma nova etapa em minha vida. haviam me dado uma chance de recomeçar… mas, nakela festa eu vi que nao conseguiria recomeçar: meu corpo nao mais aguentava o tranco, os remédios não mais faziam qq efeito. ahi entao a memoria começa a ficar nublada [blur]… em outubro larguei os remedios e em novembro jah me encontrava na mais completa solidão, havendo tbm largado aqueles que estiveram ao meu lado nos ultimos anos. entao em dezembro, finalizava minha escrita sobre a década de 60: era-me tudo um inferno. literalmente: permaneci durante pouco mais de dez dias antes do reveillon com 40 graus de febre, esquecido em meu apartamento. dia 30 de dezembro a febre havia passado. dia 31 de dezembro comi uma feijoada.

………

ah!, eu estava falando da musica!… eles eram uma dupla que eu nunca havia escutado. mas aquele dezembro/2007 foi incrivel: estava em paz, com a pessoa que eu amava e com outras que eu nem sabia quem eram!, nao importava: estava em paz! a rede ficava ocupada, amigos me ligavam no celular naquela noite de virada de 2007 para 2008: estavamos conectados de alguma maneira [bullshit!]… 2007 foi um ano dificil. 2009 talvez tenha sido muito pior. e lembrando agora: parece mesmo que 2009 nunca existiu em minha vida! simplesmente passou. passou. “aos trancos e barrancos”, passou. planos para 2010?!… desaparecer para sempre. despedir-me. nao… talvez ir sem qualquer despedida. fiz minha despedida em 2008. 2008 parecia ser um ano de reinicios… 2009 tbm… mas nao ha porque de reiniciar. nd ha para ser reiniciado. preciso colocar um ponto final em td esta merda!

a musica:

[...ha mais de um ano que não a escutava! play it again!..., na voz da adriana calcanhoto:]

Avião sem asa,
fogueira sem brasa,
sou eu assim sem você.
Futebol sem bola,
Piu-piu sem Frajola,
sou eu assim sem você.
Por que é que tem que ser assim
se o meu desejo não tem fim.
Eu te quero a todo instante
nem mil auto falantes
vão poder falar por mim.

Amor sem beijinho,
Bochecha sem claudinho,
sou eu assim sem você.
Circo sem palhaço,
namoro sem abraço,
sou eu assim sem vocêTô louco pra te ver chegar,
tô louco pra te ter nas mãos.
Deitar no teu abraço,
retomar o pedaço que falta no meu coração.

Eu não existo longe de você
e a solidão é o meu pior castigo.
Eu conto as horas pra poder te ver
mas o relógio tá de mal comigo

(2x)
Por quê?
Por quê?Neném sem chupeta,
Romeu sem Julieta,
sou eu assim sem você.
Carro sem estrada,
queijo sem goiabada,
sou eu assim sem você

Por que é que tem que ser assim
se o meu desejo não tem fim.
Eu te quero a todo instante

 

nem mil auto falantes vão poder falar por mimEu não existo longe de você
e a solidão é o meu pior castigo.

Eu conto as horas pra poder te ver
mas o relógio tá de mal comigo.
(2x)
Por quê?
Por quê?Eu não existo longe de você
e a solidão é o meu pior castigo.
Eu conto as horas pra poder te ver
mas o relógio tá de mal comigo.
(2x)
Por quê?
Por quê?

 

lembrei pq estava escrevendo aqui: em 2006 eu já não podia fazer espetáculos: comecei a odiar os palcos, as luzes, os jantares!… em 2007 comecei a odiar encontrar os amigos! Queria paz: esconder-me de tds os holofotes!… TV… televisão… uau! devo voltar a ler mario de andrade [para aguentar com um destino desses [ser um grande artista], antes de mais nada, é preciso ter uma ambição enorme, uma paciência enraivecida, um desejo de se ‘vingar’ da vida, e uma ensolarada saúde mental]!?… “the show must go on”, ainda tenho muito caminho a percorrer, mas hoje não há mais nada que eu ame. perdi a capacidade de amar. perdi a capacidade de outrar-me! ANTROPOFOBIA!… saio um dia somente para as ruas: dia de dar aulas [ou algum outro evento relacionado ao meu atual trabalho]. nao ha mais feijoadas, me nego a ir aos eventos, aos jantares, tremo soh de pensar nos holofotes!… o que eu vou fazer da vida se nao aguentei viver naquilo que eu era tao bom!?!??! e o di disse em 2006: “não caia. bota a cabeza no lugar. se vc desistir, tds nos cairemos com vc. vc eh o lider…” Lider… [rs] hunf! eu destrui td:

Por que é que tem que ser assim,
se o meu desejo não tem fim?

Eu não existo longe de você
e a solidão é o meu pior castigo.

Por quê?
Por quê?

[meu corpo deixou de sangrar ha cerca de um ano. mas minha alma... foucault tinha total razao... perdoe-me: eu sabia e eu nao aguentei. perdoem-me: deixei a casa cair e abandonei a tds vcs!... k.dick: preciso de um mood organ!!!!]

o que conta é a novidade do próprio regime de enunciação

In A Little About My Master Degree, academic bursary on November 25, 2009 at 12:33 am

Todo o dispositivo
se define, pois, pelo que detém em novidade e criatividade, o qual marca,
ao mesmo tempo, sua capacidade de se transformar ou se fissurar em
proveito de um dispositivo do futuro.


Pertencemos a certos dispositivos e neles agimos. A novidade de um
dispositivo em relação aos anteriores é o que chamamos sua atualidade,
nossa atualidade. O novo é o atual. O atual não é o que somos, mas aquilo
em que vamos nos tornando, o que chegamos a ser, quer dizer, o outro,
nossa diferente evolução. É necessário distinguir, em todo o dispositivo, o
que somos (o que não seremos mais), e aquilo que somos em devir: a
parte da história e a parte do atual. A história é o arquivo, é a configuração
do que somos e deixamos de ser, enquanto o atual é o esboço daquilo em
que vamos nos tornando. Sendo que a história e o arquivo são o que nos
separa ainda de nós próprios, e o atual é esse outro com o qual já
coincidimos.

Devemos separar em todo dispositivo as linhas do passado recente e as linhas do futuro
próximo; a parte do arquivo e a do atual, a parte da história e a do devir, a
parte da analítica e a do diagnóstico. …
Não se trata de predizer, mas estar atento ao desconhecido que
bate à nossa porta.

rompe o fio das teleologias transcendentais e aí onde
o pensamento antropológico interrogava o ser do
homem ou sua subjetividade, faz com que o outro e o
externo se manifestem com evidência. …
estabelece que somos diferença, que nossa razão é a
diferença dos discursos, nossa história a diferença
dos tempos, nosso eu a diferença das máscaras.

Se Foucault deu tanta importância às suas [performances públicas] até o fim
da vida, em França e mais ainda no estrangeiro, não foi pelo gosto da
entrevista, mas porque as linhas de atualização que traçava exigiam um
outro modo de expressão diferente daquele próprio dos grandes livros. As
[aparições] são [espécies de] diagnósticos.

#Deleuze + #Foucault