“Uma primeira distinção é necessária para não se colocar o problema de forma distorcida. A ética não é uma moral, ou seja, um sistema rígido de valores, que se obedeceria à priori, em virtude de imperativos lógicos racionais, no que se chegaria a um comportamento irrepreensível do ponto de vista político-social. É conhecida a proposta wildiana de a poesia (a arte em geral) não ser nem moral nem imoral, mas amoral [??] e com ela nos perfilhamos porque consideramos que ela equaciona bem a questão.” [op. cit]
É minha forma de “outrar” >> Além de fórmula poética, seria o outrar-se, uma ética?
In therefore i am, thinking: i purchase on September 21, 2009 at 7:29 pm
“… esse estar diante do outro ou na presença do outro implica necessariamente a questão ética;
interroga-se nesta comunicação se, além de fórmula poética, o outrar-se se propõe também [a] uma reflexão ética.”
RT: interessante resumo do artigo Além de fórmula poética, seria o outrar-se, uma ética? de José Ney Costa Gomes :: 1a pagina Google Search Engine, quaro item scoling down* ha cerca de 15 minutos. TAGs É minha forma de “outrar” [frase via Dashboard at 2nd Top Searchs]
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Outrar-se ou a Longa Invenção de Mim – WOOK
… Literatura > Outras Formas Literárias > Outrar-se ou a Longa Invenção de Mim …. Outras Formas Literárias · Uma Longa Viagem com António Lobo Antunes …
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tornar-se outro [Outrar-se vs. Antropofagia e Antropoemia ...
com acréscimos de multiplicidades [formas de estar no mundo]. *no Outrar-se há sempre um deslumbramento com o novo — podendo este novo [o outro] ser ‘o …
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“outrar”, no verbo de Fernando Pessoa « spectacle+surveillance …
É minha forma de “outrar”, no verbo de Fernando Pessoa. Por isso, adoro esta passagem de Brecht: “eu pensava dentro de outras cabeças; …
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1 Além de fórmula poética, seria o outrar-se, uma ética …
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analisam-se trechos vários em que o tema é posto de forma mais explícita. Introdução. Inicio minha comunicação fazendo uma pergunta complexa: a fórmula …
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metropole+TV #01
In A Little About My Research Project, therefore i am, thinking: i purchase on September 21, 2009 at 12:11 am“…a vida em sociedades urbanizadas é capaz de gerar conseqüências psicológicas nos indivíduos que dividem o espaço das cidades. E, para defender-se dessas conseqüências na maioria das vezes nefastas, os cidadãos metropolitanos são levados a adotar uma série de comportamentos como contatos superficiais (evitando assim o excesso de estímulos nervosos), intelectualização do “self”, e até mesmo o que o autor chama de atitude blasé.
…
- o de espaço urbano (como o espaço onde as relações se dão através do comércio, ou seja, da circulação de moeda);
- a relação dicotômica entre a dependência gerada pela divisão social do trabalho e a autonomia conquistada nos espaços urbanos;
- a idéia de indivíduo multifacetário que possui liberdade para vivenciar diferentes aspectos de sua identidade;
- comportamento mental urbano que seria caracterizado pelo distanciamento das relações afetivas,
- a instauração de relações primordialmente mecânicas direcionadas a determinados fins e feitas através da moeda;
- intelectualização que seria exatamente esse afastamento do indivíduo do excesso de relações e estímulos afetivos numa grande sociedade;
…
Partindo do mesmo lugar de onde Weber inicia sua análise da formação do espaço urbano, Simmel também vê a cidade como um local de mercado em essência.
…
… postula-se que os indivíduos metropolitanos adotam certa ‘vida mental’ para que possam continuar a viver nessa sociedade, isso incluiria um distanciamento das relações afetivas.
[grifos meus]
…
O espaço urbano seria, portanto, um espaço dicotômico, pois, criaria cada vez mais relações de dependência através da divisão social do trabalho, porém essas relações seriam suprimidas e ao invés de relações pessoais de dependência, os indivíduos teriam relações mediadas por algo neutro: papel desempenhado pela moeda nessa economia. … Ao mesmo tempo, a esfera da autonomia seria desenvolvida cada vez mais, pois haveria maior liberdade aos indivíduos e menor coerção típicas de pequenos grupos sociais, essa liberdade permitiria o surgimento de indivíduos multifacetários capazes de expressar os mais diferentes aspectos de sua identidade. … indivíduos ‘nativos’ das sociedades urbanas modernas.
[grifos meus]
…
desde a era pós-Revolução Industrial até os dias atuais, ou seja, no contexto de globalização. [dec80/90?]
…”
resumos onlines >> SIMMEL, G. A Metrópole e a Vida Mental
“…
Esses ‘fiapos’ de liberdade de escolha e de ação constituem, entretanto, aquilo que permite que a impessoalidade, a desintegração etc. de que falam Simmel, Wirth, Redfield, e outros, não possam ser entendidas como generalizadas e sem resposta. Porque os grupos sociais surgidos da divisão social do trabalho e da heterogeneidade cultural tendem a articular suas experiências comuns em torno de certos valores, tradicionais ou não. Assim, se o habitante da cidade … que determina em que instâncias e espaços apresentará a sua ‘identidade’, ele utilizará os vários conjuntos de símbolos em suas interações e opções cotidianas, tecendo, com os ‘fiapos’ de liberdade de escolha, de modo criativo, novas redes sociais, interpretando, reinterpretando, rearticulando e selecionando aqueles que melhor se encaixam em sua visão de mundo. E assim a cidade se torna uma cidade boa para se viver.
[grifos meus]
…
A procura de novas formas de identidade, a difusão de estilos de vida diferenciados, a experimentação que tenta criar novas unidades sociais mais ‘afetivas’, a multiplicação de possibilidades de engajamento são tentativas de resposta a essa situação, ao sentimento de massificação.
[grifos meus]
…
O encontro do ‘outro’, organizado em grupos que visam a esse fim (em clubes, associações, bares, turmas de paquera, times de futebol, terreiros, igrejas, movimentos de minorias, movimentos reivindicatórios, …) representa a tentativa de resposta e remédio para o sentimento de solidão urbana e permite o uso da criatividade na elaboração de códigos e regras, como que ‘recriando’ a sociedade.
Muitos grupos se organizam mesmo como se fossem seitas e parecem ter, como primeira função, dar uma identidade e assegurar uma inserção …, ampliando a rede de troca e sociabilidade e enriquecendo a experiência pessoal. Todos esses fenômenos são experiências de reconstrução de relações sociais diretas e personalizadas. “
[grifos meus]
Rita Amaral (O Homem Urbano, 1992: 36-37)
Simmel [via Abruzesse]: relacao com Sennet… [...] TV, CIDADE, REDES e VISIBILIDADE, ESPAZOS PUBLICOS
TAGs >> simmel | metropole
A procura de novas formas de identidade, a difusão de estilos de vida diferenciados, a experimentação que tenta criar novas unidades sociais mais “afetivas”, a multiplicação de possibilidades de engajamento são tentativas de resposta a essa situação, ao sentimento de massificação.
“… esse estar diante do outro ou na presença do outro implica necessariamente a questão ética;